Rodar a baiana

“Rodar a baiana” é fazer confusão. Armar um belo de um barraco, sem vergonha e sem pudor.

[Rodar a baiana à la Ai Weiwei.]

A informação que encontramos diz que “rodar a baiana” surgiu em meio aos desfiles de Carnaval do Rio de Janeiro – lá de antigamente – quando alguns rapazes tinham mania de passar a mão no bumbum da mulherada. Para evitar o assédio e ainda dar o troco nos marmanjos, as garotas começaram a desfilar com amigos homens por perto, que, vestidos como elas, ficavam camuflados, só esperando o momento certo de agir. Quando percebiam a ação dos malandros, estes “amigos-guarda-costas” revelavam-se e com pontapés tiravam satisfação com os aproveitadores da festa. Ou seja, rodavam a baiana.

[50 segundos para rodar a baiana, Dilma.]

 

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